CTM reforça compromisso com acessibilidade em ação educativa na Empresa Caxangá
A empresa permissionária Caxangá, que integra o Sistema de Transporte Público de Passageiros da Região Metropolitana do Recife (STPP/RMR) desde 1992, conta atualmente com uma frota de 320 ônibus e transporta cerca de 150 mil passageiros por dia, realizando aproximadamente 2.800 viagens diárias. Com foco na conscientização sobre as normas e critérios para a promoção da acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no transporte público, o Governo do Estado, por meio do Consórcio de Transporte Metropolitano (CTM), realizou, nesta quinta-feira (31), a campanha “E se fosse você?”, voltada a cerca de 30 motoristas que operam na empresa.
Na ocasião, Kathia Sena, gerente de fiscalização do CTM, destacou as medidas que devem ser adotadas para garantir a acessibilidade nos ônibus, e, em uma conversa dinâmica com os motoristas, abordou temas como a utilização correta da Plataforma Elevatória Veicular (PEV), os assentos preferenciais, balaústres, cintos de segurança para cadeirantes, condições da lapela, guarda-corpo para cadeira de rodas, cigarra e a comunicação visual voltada à acessibilidade.
Além de receberem panfletos informativos, os motoristas participaram de uma experiência prática, sendo convidados a embarcar nos ônibus utilizando óculos embaçados (para simular a visão de uma pessoa cega) e cadeiras de rodas. A ação buscou estimular a empatia, proporcionando-lhes uma vivência, ainda que limitada, das dificuldades e barreiras enfrentadas diariamente por pessoas com deficiência visual, mobilidade reduzida ou cadeirantes.
Sena enfatizou o compromisso do Consórcio em fiscalizar e fazer cumprir as leis e normas de acessibilidade nos ônibus do STPP/RMR. “A acessibilidade nos ônibus significa garantir que todos os passageiros, incluindo pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, tenham acesso seguro e confortável ao transporte público. Estar aqui dialogando com os motoristas é uma oportunidade importante para reforçarmos, juntos, a necessidade de empatia no transporte público, sobretudo no atendimento as pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, gestantes e idosos. Nosso objetivo é expandir essa iniciativa para todas as empresas operadoras e terminais integrados, promovendo um ambiente mais humano e acolhedor, especialmente nos momentos de embarque e desembarque”, destacou.
Para Carlos Alexandre da Silva, de 46 anos, que há 15 anos exerce a profissão de motorista, colocar-se no lugar do outro é vivenciar, ainda que de forma simbólica, as dificuldades enfrentadas por essas pessoas. Ele acredita que a educação é fundamental para transformar atitudes. “Ao promover o respeito e a colaboração entre os passageiros, o transporte público se torna mais agradável para todos. Por isso, é preciso garantir que os ônibus sejam acessíveis para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, com plataformas elevatórias, assentos reservados e informações em braile ou outros meios de comunicação. Transportar todos com segurança é o nosso lema, faz parte do nosso dia a dia.”

FOTO: PAULO MACIEL // CONSÓRCIO DE TRANSPORTE METROPOLITANO

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FOTO: PAULO MACIEL // CONSÓRCIO DE TRANSPORTE METROPOLITANO

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